terça-feira, 1 de março de 2011

"Será que ele vai ficar comigo para sempre?"

Esta é uma questão que colocamos a nós próprias, muitas vezes, quando namoramos com alguém que amamos muito, até ao dia em que resolvemos perguntar ao nosso amor se ele vai ficar para sempre connosco.
A resposta que esperamos ouvir aquando desta pergunta é um "sim" mas, a resposta mais sincera que podemos levar é um "não sei" ou um "eu queria que sim, mas não sabemos". E digo isto porquê?
É impossivel que o nosso par ou nós mesmas saibamos se isso é possivel. São as nossas atitudes enquanto pessoa singular e enquanto casal e os nossos comportamentos que determinarão o nosso caminho face à união eterna ou à separação.
As termpestades que se deparam com duas pessoas, enquanto casal, são inumeras. Desde falta de confiança, falta de diálogo, traições, a transformação da relação numa rotina, o amor obsessivo ou até mesmo falta de sexo. São necessárias muita maturidade, responsabilidade e capacidade para saber ouvir e para pedir desculpa, quando necessário, para conseguir resolver os mais variados problemas. E, garanto, quase todos se resolvem com um pouco de diálogo, mesmo os mais dificeis.
Mais importante que tudo é ter uma relação baseada na amizade. E, se essa amizade tiver sido, ela mesma, conflituosa, ajuda ainda mais, pois a resolução de problemas nessa fase contribuirá para uma melhor resolução de problemas depois, pois a confiança e capacidade de diálogo serão maiores.
Há também uma necessidade de adaptação às situações. As relações vão mudando conforme o tempo passa, não são sempre bonitas como no primeiro ano e, muitos casais têm crises por volta dos 13 meses. Muitos conseguem recuperar, outros não (não fiz nenhum estudo para saber isto, apenas sei por casais conhecidos e por experiência própria). O primeiro ano é muito bonito, o casal anda muito apaixonado e tudo parece um mar de rosas, depois os problemas surgem, a rotina entra na relação e as coisas começam a descambar.
É importante saber manter a calma na resolução de problemas e, por vezes, dar um tempo é uma boa solução sendo, para isso, necessário saber respeitar o espaço do outro até ele estar certo de querer, ou não, voltar. É importante saber esperar.





Mas, quem sou eu para dar conselhos destes? Não sou psicóloga nem nada que se pareça. O que aqui digo é fruto de experiência própria e convivência com outros casais.

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